sexta-feira, 20 de junho de 2008

Camionistas provocam o caos em Coimbra

A quem lhe faltara o combustível nos últimos dias, depressa se apercebeu que a situação em todo o país, era claramente ameaçadora para todos aqueles que pretendiam colocar algum combustível nos seus automóveis para poderem prosseguir a sua viagem. Na cidade de Coimbra, o trânsito era incrivelmente imenso, ao ponto de fazer lembrar as horas de ponta nas grandes cidades do país.

A ideia partiu daqueles que abastecem todos os postos de combustíveis e todo o mercado nacional diáriamente, o intuito era claro, paralisar o país, com a finalidade de conseguir baixar o preço dos combustíveis para todo o sector de camionagem, assim como a diminuição do preço das portagens nocturnas. O transtorno e embaraço nas estradas portuguesas era mais que claro, como aqui em Coimbra, uma das cidades mais atingidas, e em que a clara paralisação se fez sentir.

Aqueles que necessitavam de combustível para poderem aconselhar os seus ensinamentos nas quatro e duas rodas, como é o caso concreto de algumas escolas de condução da cidade, estão aqui mesmo ao lado da praça da canção, numa fila única para dois postos de combustíveis de empresas diferentes, que mais pareciam ter uma parceria empresarial no sector, decidiram vir em massa quando souberam da “ainda” existência de combustíveis na margem do Mondego.

Na estrada nacional número um, nem um camião se vê circular, são muitos os carros, e a fila única é extensa à chegada a Antanhol, imagine-se, mais um posto de combustível super lotado em ambos os sentidos opostos, quem vai de Condeixa-a-Nova, no sentido de Coimbra, terá obrigatoriamente de passar para a minha faixa de rodagem, assim como eu que vou no sentido inverso, tenho também de pisar a faixa de rodagem inversa e os dois longos traços grossos e esbranquiçados, que em "dias normais" me poderiam custar uma nova ida à tal escola de condução que vi abastecer em grande número, três quilómetros antes das minhas actuais coordenadas. Obrigado a transgredir mais uma vez o código de conduta das estradas portuguesas, decidi voltar a tomar o rumo a Coimbra, com o intuito de encontrar outros postos de abastecimento, pois em todos os que passara até agora, o resultado era sempre o mesmo, acabavam por secar após cerca de meia hora da minha chegada.

Os clientes de combustíveis hoje, colocam combustível “como se não houvesse amanhã”, entre os clientes e os empregados das gasolineiras, o discurso era basicamente o mesmo, “quanto quer colocar?” em tom apressado, e dentro dos automóveis a resposta era incrivelmente popular, “era para atestar!”.

De volta à cidade, e após algumas voltas, decidi ir às bombas de combustível enfrente ao hipermercado mais antigo do Vale das Flores, o cenário era claramente desordenado, os carros iam apressados na direcção das entradas dos postos de combustíveis de ambos os lados, e quando chegavam mesmo quase a entrar para dentro das gasolineiras, havia uma placa, que dizia o seguinte “Esgotou-se, Fora de Serviço”, era então a altura de colocar o pé no travão, e sem sequer se aperceberem do que lá se encontrava escrito, era um símbolo claro daquilo que se previa.

Ao que tudo indica, em cerca de 10 postos de abastecimento que visitei, apenas três se encontravam a funcionar, as condições eram claramente insuficientes, em ambos os sentidos, tanto da parte daqueles que atestavam os depósitos, ou meramente faziam os pagamentos, assim como o produto mais procurado, também porque o número de clientes nunca outrora tinha sido de tão elevada quantidade.

A concentração de camionistas aqui na zona, era mesmo ao lado da estrada nacional número um, no Sobreiro, em Condeixa-a-Nova, depois de lá chegar, vi o a vontade dos profissionais, obrigados a parar sim, mas por aqueles que lhe pagam ao fim do mês, a vontade de trabalhar da maioria também é pouca, segundo Alexandre Oliveira, um dos porta-vozes, até porque continuam a receber o mesmo estando parados, ou não fosse esta uma guerra entre os seus patrões e o governo.

Nos dias que decorrem, a sociedade queixa-se dos elevados preços dos combustíveis, assim como o sector de camionagem que conseguiu claramente colocar o país no caos que todos nós “presenciamos”, segundo as estatísticas deste primeiro dia de escasso combustível, as gasolineiras poderiam subir o preço dos combustíveis outras tantas 18 vezes no resto do ano, que apesar das "mensagens lamechas” do povo português contra esses aumentos, seria completamente indiferente, pois as filas, ao que tudo indica em dias como o de hoje, as filas iriam continuar a aumentar de dia para dia, caso o pensamento comum do povo os levasse a querer do futuro desaparecimento de combustíveis, ou a sua forte escassez.

domingo, 1 de junho de 2008

Sarmento poderá rumar a Espanha ou Inglaterra


(foto de Paulo Duarte)

Filipe Sarmento jogador profissional de futebol da equipa da Académica, revelando-nos como foi a sua adaptação à cidade de Coimbra com o intuito de realizar um sonho de criança. Anunciando ainda, todo o seu desejo em jogar num clube de maiores dimensões fora de Portugal, para além de prenunciar também as suas dificuldades em ultrapassar uma deficiente inscrição na Federação Portuguesa de Futebol na época 2006/07.

Paulo Rodrigues: Sendo natural de Aveiro, acha que em Coimbra é mais fácil encontrar a oportunidade de se tornar profissional de futebol?

Filipe Sarmento: Não, penso que é tão difícil chegar a profissional de futebol em Coimbra como em Aveiro, mas como a equipa da Académica me fez um convite para jogar, decidi arriscar, com a possibilidade de um dia jogar na primeira divisão.

PR: Como jogador mais novo do plantel sénior da académica, considera que é uma desvantagem em relação aos outros jogadores?

FS: Tenho a certeza de que é uma grande desvantagem, porque basta ser jovem e falhar apenas uma vez, para ser logo apontado. No entanto é sempre bom estar com jogadores mais velhos, com quem podemos aprender bastante.

PR: Qual é a sua opinião acerca da escassa aposta em jovens na primeira liga portuguesa?

FS: A realidade em Portugal está bem patente, assim como o Sr. Gilberto Madaíl disse em conferência de imprensa à bem pouco tempo, ou seja, que irão dar prémios aos clubes em que apostem nos seus jovens formandos, que na minha opinião, isso só tem vindo a acontecer no Sporting. As estatísticas são bem claras, o número de jogadores brasileiros por equipa na primeira liga portuguesa, é superior a quatro, ou seja, os jovens portugueses perdem cada vez mais espaço nas equipas. Exemplos de sucessos, ao contrário de todos os outros clubes portugueses, é o caso do Sporting, como já anteriormente referi, em que todos os anos conseguem formar jogadores como: Yannick Djaló, Miguel Veloso, Nani, João Moutinho, Rui Patrício e Cristiano Ronaldo.

PR: Ao ser mal inscrito na Federação Portuguesa de Futebol na época de 2007/08. Considera a direcção do seu clube a principal culpada de todo o caso?

FS: Nem sequer posso colocar outra hipótese, mas sendo que todos nós estamos sujeitos a errar, e considerando que esse erro não foi propositado, apesar de me ter trazido alguns transtornos durante essa época, aceitei o pedido de desculpas, hoje somos grandes amigos e não lhe guardo qualquer tipo de rancor.

PR: O Sarmento sabe que a sua equipa podia ter descido de divisão, por ter sido mal inscrito na Federação Portuguesa de futebol?

FS: Sim, tenho a plena noção de que a Académica poderia ter descido de divisão nessa época. Como no caso da descida de divisão do Gil Vicente com a má inscrição do jogador Mateus, reconheço que tivemos alguma sorte por ninguém se ter lembrado da minha infeliz inscrição na federação.

PR: Encara a possibilidade de jogar no estrangeiro, caso lhe surja alguma oportunidade?

FS: Sim, obviamente que se tiver de sair do país para progredir na minha carreira futebolística, não olharei para trás, pois também não pretendo ficar na Académica o resto da minha carreira.

PR: Recebeu alguma proposta recentemente para jogar no estrangeiro?

FS: Sim, o meu empresário já me informou que tenho propostas de ligas secundárias de Espanha e Inglaterra, agora vamos estudar as várias hipóteses e ver qual é a melhor para mim e para a Académica. Às vezes é necessário sair de um clube para ter mais oportunidades, e nestes casos os jogadores nunca podem pensar com o coração, mas sim, naquilo que imaginam que lhes poderá trazer melhor futuro.


quarta-feira, 14 de maio de 2008

"O cidadão jornalista versus jornalista profissional"

O principal intento deste trabalho académico, surge com o intuito de diferenciar e mostrar até que ponto o cidadão jornalista pode ajudar ou complementar os factos noticiosos elaborados pelo jornalismo profissional, assim como mostrar as diferentes barreiras entre o jornalismo profissional/tradicional e o cidadão jornalista/jornalismo elaborado pelo cidadão nos dias em que decorrem.

O surgimento de um progresso jornalístico devido a uma modernização tecnológica, o jornalismo ficará com um panorama completamente diferente ante esta modernização, em que as empresas noticiosas foram obrigadas a mudar as suas estratégias, para conseguir atingir novos objectivos. A Internet vem portanto claramente intensificar o papel do jornalista, e obrigar as empresas multimédia a acelerar o processo de mudança dos próprios jornalistas e do jornalismo genérico. Esta polivalência do jornalista faz desde logo a diferenciação no ramo entre o bom e o mau jornalista.

Este mesmo progresso técnico (Internet) desde logo passou a estar mais perto do cidadão e da sua mesma opinião. Nas situações de guerra, crise, manifestações violentas e atentados os media começaram a “aceitar” o cidadão e os seus relatos e vídeos amadores para comprovar os seus mesmos relatos jornalísticos. O jornalismo do cidadão passa a ser uma ferramenta bastante útil aos media, visto que nem sempre os profissionais de informação conseguem estar nos locais exactos dos acontecimentos.

A banalização do telemóvel na sociedade contemporânea acaba por ser uma mais-valia para as empresas noticiosas, pois o avanço tecnológico faz com que o telemóvel “comum” disponha de um capturador de imagem e/ou vídeo, e sendo esta considerada uma ferramenta diária e útil para o cidadão, o telemóvel, leva a que o citadino sempre que presencie algo insólito recolha imagens ou vídeos desse mesmo momento. A aceitação dessas mesmas recolhas por parte do cidadão vem ajudar muitas das vezes o jornalista a completar as suas noticias, com factos recolhidos pelo citadino. Outro dos factores que veio ajudar ao aparecimento do cidadão enquanto repórter/jornalista, foram os processos de publicação oferecidos pela Internet como, os Blogs e Wikis, que presenteiam ao citadino a possibilidade de relatar tudo o que presenciam, assim como a sua opinião acerca das demais temáticas, o que leva a que o cidadão jornalista possa intervir na sociedade não apenas como complemento ao jornalismo profissional, mas também como jornalista “amador”, em que as suas noticias por norma não respeitam moldes do jornalismo profissional, como por exemplo o lead ou a pirâmide invertida.

O relato na primeira pessoa pelo cidadão, começa a ganhar potencialidade e torna-se útil ao jornalismo profissional, mas também para o seu auto sustento, como por exemplo websites de jornalismo que são totalmente sustentados por jornalistas amadores (cidadãos jornalistas), como é o caso do OhMyNewes e da Wikinews. O cidadão comum passa a fazer parte da equipa jornalista, como suplemento que não capturado pelos profissionais de informação. O exemplo português à pouco tempo criado pela estação de televisão da TVI, o projecto euvi, é um bom exemplo da utilidade do jornalista praticado pelo cidadão para o jornalismo profissional. Este projecto acaba por ser um complemento para as notícias elaboradas por profissionais, mas também acabam por fazer notícia por si só, quando os profissionais de informação nada têm acerca daquele acontecimento, acabando por “legenda-lo”, após confirmação desse mesmo facto.

Segundo estes acontecimentos que vêm mostrar a importância do cidadão comum, não poderei deixar “passar em branco” os factos do 11 de Setembro em que as imagens dos aviões a embater nas torres gémeas captadas por cidadãos foram as mais usadas pelos meios de informação no mundo inteiro, na minha opinião este foi um dos pontos mais altos do cidadão jornalista até hoje, em que acontecimentos como este só vêm confirmar a importância do citadino enquanto jornalista nos dias actuais.

Alguns profissionais de informação criticam o jornalismo elaborado pelo cidadão e outros defendem a sua importância, Steve Yelvington, vice-presidente para os conteúdos e estratégia do grupo norte-americano Morris e Bertrand Pecquerie, director do Fórum Mundial de Editores (a maior organização de responsáveis por jornais diários, representa mais de 18 mil publicações), defendem o cidadão jornalista, considerando-o como um dos elementos mais importantes no jornalismo actual, enquanto complemento ao jornalismo profissional. Para António Granado, o jornalismo cidadão pode vir a trazer vários problemas, “porque corre o risco de transferir a questão para o âmbito corporativo, quando na realidade o que está em jogo é toda uma nova concepção de notícia e a inclusão de novos protagonistas no manejo da informação”.

Para concluir resta-me proferir que, são várias as opiniões acerca desta temática, mas na minha opinião, a realidade é que os “vídeos amadores” continuam a ser utilizados pelos media profissionais, e os cidadãos jornalistas continuam a crescer em número, ao que tudo indica, parece que as novas tecnologias ofereceram ao homem a oportunidade de fazerem Jornalismo Amador e este a agarrou. Defendo portanto o Jornalismo Amador, Cidadão Jornalista, Cidadão Repórter, Jornalismo Colaborativo, Jornalista Participativo, mas meramente enquanto complemento ao Jornalismo Profissional e não como auto sustentação, pois considero que existem factores determinantes para se conseguir elaborar boas noticias, as quais o Cidadão Jornalista poderá não ter as devidas capacidades, devido à existência de regras para filmar, regras de escrita jornalista, em que no caso da sua inexistência, irá existir sempre um ruído na mensagem, neste caso de cidadão para cidadãos.

No fundo acabamos por ser todos cidadãos jornalistas, ao relatar-mos nos nossos blogs pessoais, coisas que assistimos, mas os próprios jornalistas profissionais acabam também por ser jornalistas enquanto citadinos, ao escreverem também em blogs, penso que só o público é que pode decidir como será o Jornalismo no futuro, pois é este mesmo que “filtra” a informação, logo acho que deveria ser este mesmo em caso de decisões, o peso principal para se decidir se o Jornalismo Profissional deve ou não conter Jornalismo do Cidadão ou até mesmo a existência do Cidadão enquanto Jornalista como desacompanhado.

Fontes:

  • Diário de Noticias

http://dn.sapo.pt/2006/06/08/media/cidadao_jornalista_revoluciona_media.html

(consultado desde dia 13 ao dia 29 de Maio)

(consultado no dia 26 de Maio)

(consultado desde dia 13 ao dia 29 de Maio)

(consultado no dia 29 de Maio)

(consultado desde dia 13 ao dia 29 de Maio)

(consultado desde dia 13 ao dia 29 de Maio)

(consultado no dia 14)

(consultado desde dia 13 ao dia 29 de Maio)

  • Observatório da Imprensa –

http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=275ENO001

http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=286ENO002

(consultado desde dia 13 ao dia 29 de Maio)

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Prestige

(foto retirada do site http://numero12.blogspot.com - autor não identificado)

Foi exactamente no dia 13 de Novembro de 2002 que começou a “desenhar-se” a maior catástrofe de sempre da Europa, eram 15h:15m quando cerca de cinco mil toneladas das 77 mil toneladas de Crude (fuel-oil) transportadas pelo petroleiro Prestige, se derramaram pela costa galega, era o começo de bem mais de 77 dias de desespero por parte de voluntários e serviços de limpezas do governo espanhol, cerca de 1137 praias foram poluídas pela maré negra.

O petroleiro desde sempre foi considerado o principal responsável do seu próprio afundamento, mas apesar de todas estas acusações nunca se conseguiu chegar a uma conclusão precisa, o navio construído em 1976 tinha um peso de cerca de 42 toneladas e podia navegar com 100 mil toneladas de petróleo. A principal causa desta acusação surgiu pelo facto de o navio “fazer escala” como cisterna intermediária quando se encontrava em São Petersburg, que possivelmente lhe teriam provocado várias fendas ao longo do casco, o que posteriormente o levaria a afundar-se devido à sua sobrecarga, numa relação de qualidade (enquanto estrutura) – quantidade (enquanto carga que transportava).

Desde dia 13 a 18 de Novembro, as cerca de cinco mil toneladas foram-se aproximando da costa, até que no dia 19 por volta das oito da manhã, do mesmo mês o cargueiro parado ao largo da costa galega (a cerca de 250 km) se parte em dois, derramando a totalidade que carregara desde o inicio da sua paragem, era o começar de uma nova era para todos.

(foto retirada do site http://www.youngreporters.org - autor não identificado)

No dia 1 de Dezembro começaram as manifestações, apelidadas de “Nunca Mais” em Santiago de Compostela, com cerca de 200 mil pessoas, o principal objectivo do protesto passava por, para além da manifestação contra o sucedido na Galiza, um combate também à forma como o crude é transportado, sem qualquer tipo de inspecção por parte das entidades especializadas.

Este Impacto ambiental não atingiu apenas a costa galega, como também chegou à costa portuguesa e francesa, a catástrofe só viria a ser totalmente controlada no ano de 2004, quando se conseguiu recolher cerca de 90% do crude no fundo do mar, com a ajuda de máquinas construídas especialmente com o intuito de conseguir recolher o crude que ainda restava no fundo do mar.

A falta de segurança no transporte de materiais perigosos para o meio ambiente é letal para a saúde pública, assim como para todos os outros seres vivos, podendo acabar com espécies animais, tanto marítimas como outras espécies selvagens.

Bibliografia:

Jornal O Público

http://dossiers.publico.pt/dossier.aspx?idCanal=1097

Vídeo sobre o Prestige no Youtube

http://youtube.com/watch?v=GtToyMQUWwg&feature=related

Wikipédia

http://pt.wikipedia.org/wiki/Prestige

360 Graus

http://360graus.terra.com.br/ecologia/default.asp?did=8916&action=hist%C3%B3ria

Folha Online

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u10545.shtml

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Exercício - 07/04/08

As fontes de informação recolhidas na web das várias áreas são:

INTERNACIONAL

Agência Europa Press - http://www.europapress.es/

Associated Press - http://www.ap.org/

Euro News - http://www.euronews.net/

Reuters - http://br.reuters.com/

CNN - http://www.cnn.com/

Sky News - http://news.sky.com


POLÍTICA

Assembleia da República - http://www.parlamento.pt/

O Portal da União Europeia - http://europa.eu/


ECONOMIA

Jornal de Negócios - http://www.jornaldenegocios.pt/

Diário Económico - http://diarioeconomico.com/

Direcção Geral dos Impostos - http://www.dgci.min-financas.pt/pt

Semanário Económico - http://www.semanarioeconomico.com/


DESPORTO

Jornal Record - http://www.record.pt/

Sport 24 - http://www.sport24.com/

La Gazzetta dello Sport - http://www.gazzetta.it/

Marca - http://marca.recoletos.es/

EuroSport - http://uk.eurosport.yahoo.com/

BBC Sport - http://news.bbc.co.uk/sport/


MEDIA

Lusa, Agência de Notícias de Portugal S.A - http://www.lusa.pt/

Reuters - http://www.reuters.com/

BBC Brasil - http://www.bbc.co.uk/portuguese/index.shtml

Agence France-Press - http://www.afp.com/portugues/home/

Clube de Jornalistas - http://www.clubedejornalistas.pt/DesktopDefault.aspx

Entidade Reguladora para a Comunicação Social - http://www.erc.pt/


TECNOLOGIA

PcGuia - http://www.pcguia.xl.pt/

Macro Express - http://www.macros.com/

Intel - http://www.intel.com/portugues/

Microsoft - http://www.microsoft.com/pt/pt/default.aspx

Apple - http://www.apple.com/

Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - http://www.mctes.pt/


CULTURA

Ministério da Cultura - http://www.portaldacultura.pt/

Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas - http://www.iplb.pt

Casa da Cultura - http://www.casadacultura.org/

História da Arte - http://www.casadacultura.org/

Wikipédia - http://pt.wikipedia.org/